Histórias da Ditadura

Hoje na Imprensa

12
mar
2017

Acervo. Rachel bem de perto.

Era 9 de agosto de 1964 e a ditadura militar ainda tomava forma no País. Naquela quinta-feira, foi direcionado à escritora Rachel de Queiroz o livro Palavras à juventude. Na folha de rosto, o autor da obra – um conterrâneo da autora– revelou em poucas palavras ter “estima e respeito intelectual” pela cearense. A letra bagunçada hoje gravada em folha amarelada pelos mais de cinquenta anos de história é de Humberto de Alencar Castello Branco, à época presidente do Brasil. Naquele momento, Rachel era uma das apoiadoras dos militares no poder e certamente Castello Branco julgou que o conteúdo do livro interessaria àquela jovem senhora de 53 anos.

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