Histórias da Ditadura

Hoje na Imprensa

01
fev
2017

Os intelectuais e as ditaduras.

O papel importante da intelectualidade sempre foi, em todo o mundo, o de alertar as diversas classes sociais, escassamente informadas ou deformadas pelos historiadores oficiais e pelos meios de comunicação, dos perigos dos regimes não democráticos e de denunciá-los quando estes assaltam o poder.

Relembrando o que aconteceu em nossa vizinha Argentina durante a ditadura militar, entre os anos de 1973 a 1983, assinalamos os trágicos fatos que lá sucederam porque nunca é demais descrevê-los. O General Jorge Rafael Videla, falecido na prisão em 2013, instaurou, por um golpe de estado, uma das ditaduras mais atrozes da história argentina e das Américas. Em seu governo, foram desaparecidas cerca de 30.000 pessoas entre as quais se encontravam operários, estudantes, jornalistas e intelectuais opositores do governo. E muitas crianças arrancadas dos ventres de suas mães e entregues a famílias de militares e policiais. Foram cometidas, em nome do Estado, diabólicas atrocidades como os voos da morte, os assassinatos seletivos, os sequestros, torturas e assassinatos de intelectuais, jornalistas, operários e estudantes pelas forças de segurança.

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